baguete na balada

Baguete na balada

Era o meu primeiro dia em Paris. Já estava assustada com os preços e alguns comportamentos parisienses (depois percebi que isso foi mais azar do que confirmação de um estereótipo), quando os planos para a noite foram feitos: balada dos alunos da Universidade Sorbonne. Achei que ia ser um fiasco, que ia me sentir deslocada, que a música ia ser ruim (quando chegamos, estava tocando um grupo de rap amador). Mas apesar das esquisitices (quem come baguete e joga minigolf na balada?), a companhia incrível da Alê e as músicas boas mudaram tudo. Fiz até amizade com uma galera que, quando acenderam as luzes, vieram conversar comigo em francês, certos de que eu responderia fluentemente, sendo que não falo uma palavra. E rimos, curtimos e dançamos até às 7h, o que fez nossas pernas quase não aguentarem a caminhada de volta para casa.

estória por Isadora Bertolini
em Paris, França, outubro de 2013

Publicado originalmente em Narradores Viajantes

Isadora Bertolini Labrada
Isadora Bertolini Labrada

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